terça-feira, 16 de novembro de 2010

10º. dia - Washington dos museus e prédios públicos

Vou começar o blog de hoje respondendo ao meu sogro, coronel MauroWolff, sobre como são as igrejas aqui no States. Nos lugares que visitamos encontramos poucas igrejas. Talvez pelo fato da divisão da religião no país. A maior delas é o Cristianismo, praticado por quase 85% da população e o restante, 15%, divido entre Islamismo, Budismo, Judaísmo, Hinduísmo, e demais. Porém, dos 85%, aproximadamente 58% são Evangélicos/Protestantes (Mórmons, Testemunhas de Jeová, Batistas, Presbiterianos, Luteranos, Amishs, etc) e apenas 21% são Católicos (6% para outras religiões cristãs). Em resumo, existem mais pequenos locais/templos de encontros religiosos do que igrejas grandiosas como na Europa
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Bem, o dia hoje amanheceu nublado e ficou assim o dia todo. 9h saímos o hotel em direção a casa branca. Por aqui as atrações só abrem às 10h. Logo, ficamos apenas com algumas fotos do lado de fora da mansão do Obama.
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10h e caminhamos para a região de museus. Pessoal, para quem gosta, Washington é um prato cheio. São 19 ao total, todos de graça, administrados pela fundação Smithsonian.
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Começamos pelo Museu de História Natural. Imperdível para quem gosta de fósseis de dinossauros, animais empalhados, história da origem do universo, homem, etc. Aqui também foi filmado parte do filme “Uma noite no museu 2”
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11h:30 e passamos pelo castelo do Sr. Smithsonian, ex milionário que dá nome a fundação dos museus. Não tem muito coisa para se ver, apenas sua arquitetura grandiosa e quente (cores avermelhadas);
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12h e começamos a desvendar o melhor e maior museu aeroespacial do mundo (Air and Space Museum). Pessoal, é muito avião. De todos os períodos há um modelo, “em carne e osso”. Nostalgia pura. Ali também tem simuladores, vídeos, fotos, filmes, etc. Gostamos mais da parte dos astronautas e suas sondas (Mercúrio, Apolo, etc). Imperdível!!!
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Já passava das 14h quando fomos para o Capitólio (congresso americano – senadores e deputados). A cada 30 minutos sai um tour guiado. Passamos por diversas salas até chegar ao local de onde se tem uma vista fabulosa da cúpula (semelhante a do vaticano). Super bem organizado. Outro programa que não deve ser perdido.
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15h:30, por intermédio de um túnel ligando capitólio e biblioteca do congresso, chegamos a tão famosa Library of Congress. Outro luxo só. As anti-salas da biblioteca parecem um museu com colunas romadas e pinturas nas paredese. Pegamos mais um tour guiado free. Porém, a senhora que explicava falava tanto e tão rápido que decidimos abandonar o grupo (não estávamos entendo nada). Só deu para perceber ela falando que são mais de 32 milhões de livros catalogados e 63 milhões de manuscritos. Ficamos apenas nas fotos.
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16h:10, atravessamos mais uma rua e chegamos a Suprema Corte dos Estados Unidos (é a mais alta corte/tribunal federal do país). As escadas da entrada já apareceram em vários filmes com advogados e criminosos sendo julgados. Quem não se lembra destas imagens? Pena que as 16:30 o local é fechado ao público.
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Lá pelas 17:30 fomos até o museu do holocausto para tentar achar o nosso guia de viagem (livro) que a Dani esqueceu no banheiro.Nada feito. Alguém levou pra casa. Pena!
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18h estávamos no Best Bay para comprar um GPS, visto que amanhã partimos para Miami e tem um carro nos esperando para estes últimos 5 dias da viagem.
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Por hoje é só. Washington dos memoriais, museus, prédios públicos vai ficando para trás. É uma grande cidade e pouco conhecida dos Brasileiros. Por aqui andamos mais de 30Km. Bem que os metrôs poderiam ter mais algumas paradas próximas das atrações....
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Ah, já íamos esquecendo. Tem um livro do Dan Brow - “O Símbolo Perdido” (autor de “Anjos e Demônios” e “O Código da Vinci”,) que foi filmado aqui em Washington DC em vários lugares que visitamos. Alguém tem para emprestar?
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Para ver as melhores fotos do dia, click AQUI

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

9º dia - Washington dos monumentos, num dia ensolarado.

Saímos de hotel às 9h. Nosso objetivo era visitar as atrações a céu aberto, visto que domingo a maioria dos museus não abrem, bem como os prédios públicos.
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Paramos um frente a avenida “the mall”(como se fosse a rua principal) e fomos até o obelisco (Washington Monumento) e descobrimos que era possível subir ao topo. Pegamos ticktes para 12h:30. Enquanto isso, fomos visitar os memoriais.
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Pessoal, é incrível como os americanos são patriotas e preservam seus estadistas, mártires, soldados, entre outros. Existem uns 10 memorais para conhecer. Todos próximos e de FREE. Visitamos:

  • Memorial Abranhan Lincoln: Um dos presidentes americanos mais importantes. Na maior crise da história, manteve o país unido (guerra da secessão), além de ter abolido a escravatura. Que já não viu essa figura sentada no trono em algum filme americano? (Uma noite no museu, Planeta dos macacos, etc). Imperdível!
 

  • Memorial a segunda guerra mundial: Homenagem aos 50 estados americanos (com 50 colunas) e seus soldados perdidos em batalha. Construído pelo presidente Bush;
 
 
  • Memorial da guerra da correia: Muito legal. Diversas estátuas do tamanho real simulando uma operação na selva. Mais de 36 mil americanos perderem suas vidas nesta guerra.

 
 
  • Memorial Franklin Delano Roosevelt: Um dos presidentes americanos que governou por 4 mandatos. Existem quatros conjuntos de pedras que simbolizam seus governos. Diversas estatuas de bronze pelo caminho. Esta situado num bosque a beira do lago artificial “tidal basin” (serve para conter as subidas do rio potamac que corta a cidade).
 
 
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  • Memorial Thomas Jeferson: Mais um dos presidentes americanos influentes. Junto com Benjamin Franklin, ajudou a promulgar a independência dos Estados Unidos. O memorial possui o estilo romano com uma grande cúpula. Lá dentro, uma estátua de 6m do presidente. A área ao redor é bárbara.

Já passava das 12h quando nos dirigimos ao Washington Monumento (obelisco em homenagem a George Washington – 1º presidente americano). As 12h:30 em ponto os gaurdinhas chamaram nossa turma. Um elevador nos puxa para o topo – 170 m. Lá de cima, 8 janelas permitem uma visão de 360 graus da cidade. Espectacular!!!. Pena que os vidros estavam um pouco sujos.
 
 
 

Por volta das 13h fomos para o museu do holocausto. Almoçamos no restaurante do lugar e, lá pelas 14h começamos nosso tour. É de arrepiar!!! Diferente os outros museus, que apenas mostram algo parado - sem muita vida, esse é totalmente interativo. O objetivo é que o espectador SINTA na pele o horror que foi esta passagem triste da humanidade. Diversos telões, narrativas, depoimentos, fotografias, computadores, entre outro dão vida ao local. Pena que não podia bater fotos (mesmo assim, umas 3 eu tirei). No final, para fechar com chave de ouro, tem a recriação de um cenário imaginário de uma criança que viveu este tormento e sobreviveu (Daniel). Tocante!!!
 
 
 

15:30h e partimos para o Cemitério Nacional de Arlington – Quem já não viu dezenas de filmes com imagens daqui? Por exemplo: Cena inicial do “Resgate do Soldado Ryan”. Amigos, são mais de 300 mil pessoas enterradas aqui de todas as gueras que o país já enfretou (desde da revolução americana até a guerra do iraque).

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O ponto alto é o túmulo do presidente John Kennedy e sua esposa (Jakeline), ao lado de uma pira que arde eternamente. Aqui é mais uma visita imperdível.


Já passava das 16:30h e caminhamos mais uns 2km para chegar ao monumento Iwo Jima. Novamente fomos atraído até aqui por um filme: Cartas de Iwo Jima, de Clint Eastwood. Alguem se lembra da imagem de 6 soldados americanos cravando a bandeira dos EUA num monte no Japão? Dos 6, 3 morreram e 3 sobreviveram e viraram estrelas. Tem até um filme sobre isso que não me lembro o nome.

 
  
17:30 e voltamos para o centro. Tentamos fazer uma visita para o Obama, na Casa Branca, mas já estava escuro e ele não nos recebeu. Inclusive, quando fui tirar uma foto, recebi um esporro do gardinha. Por isso a foto fico tremida.Vamos insistir amanhã.

Voltamos para casa e compramos um sanduíche na esquina. Não tinhamos mais pernas. Foram mais de 15 km hoje. 20h e a Dani já dorme. Eu escrevo para registrar este perfeito dia de sol em Washington.

Para ver as melhores fotos do dia, click AQUI

domingo, 14 de novembro de 2010

8º dia – Manhã em Philadelphia, tarde/noite em Washington

Acordamos mais tarde hoje (8h:30). Como o hotel não oferecia café da manhã, procuramos uma lanchonete próxima. A café da manhã dos americanos e muito diferente. Ovos, queijos, bacon, doces, cremes, refrigerantes, café gelado, batata frita - tudo muito "natural". Penamos para encontrar um café com leite e um misto frio.
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9h:30 e fomos até o centro da cidade "nova" para algumas fotos. O Templo Maçonico, o City Hall e a Igreja Metodista impressionam mesmo.
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10h:30 pegamos o metro para a rio Dalawere para visitar o Museu Marítimo. Nada muito especial, a não ser pelo fato de vc entrar dentro de um submarino e num navio de guera, ambos atuantes na II guerra mundial

  
 
 
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Ao lado do museu a ponte Benjamin Franklin, estilo nossa ponte Hercílio Luz, que liga o estado da Pensilvania a New Jersey.
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Retornamos para o hotel as 12h:30 e arrumamos as malas (cada vez mais pesadas) e partimos para a estação central. Não sei porque a Dane sempre fala que esta é a parte mais chata da viagem. Será que é por ter que carregar a "malinha" por alguns metros sem escada rolante? Aproveitei o tempo de espera da partida para ir escrevendo o blog.
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Após almoçar na estação central no único restaurante com comida a quilo que encontramos nos States, pegamos o trem as 15h:30 para Washington/DC.
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Chegamos na capital do País as 17h:30. Deixamos as malas no hotel e, por volta das 19h, fomos para o centro da cidade. Pessoal, aqui é tudo muito grande e planejado. As quadras são gigantes. Parece muito com Brasília. Nosso objetivo era ver o Capitólio (Centro Legislativo do Governo dos Estados Unidos - Senado e Câmara) a noite. Quem nunca viu as imagens abaixo em algum filme?
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Já passava das 20h quando decidimos jantar. Pegamos o metro (que espetáculo - tudo limpo, padronizado,com escada rolante. Pena que o esquema do passe é muito enrolado) em direção Chinatown.
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Já ouvimos falar que esta Chinatown era muito diferente de New York. Realmente, é muito, muito mais bonita. Nada da muvoca. Aqui tem um ar requintado. Ali mesmo decidimos tentar novamente pedir um prato chinês, visando apagar a péssima impressão que tivemos de um almoço em NYC. A Dane pediu uma sopinha de "vegetables" e acertou. Eu tentei pedir um prato de arroz com carne de porco. Me dei mal: veio um frango defumado (afridoce, cheio de osso). Dei a primeira garfada e quase vomitei. Fiquei apenas no arroz insonço. Resultado: Fizemos um pacto. Nunca mais vamos entrar num restaurante chines fora do Brasil. 

 
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Já passava das 22h quando regreassamos para o hotel. Tive que comer um saco de rufles (batata frita) com coca para matar a fome. A Dani caiu no sono (para variar) e eu no blog.
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